

Figurino premiado de Rosi Martins no 22º Festival Internacional de Teatro de Blumenau, peça "Balada de um Palhaço"..
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Figurino premiado de Rosi Martins no 22º Festival Internacional de Teatro de Blumenau, peça "Balada de um Palhaço".




A experiência da temporada foi intensa e o público caloroso e receptivo. Entre os comentários recebidos da platéia, se destacam os que descrevem a montagem como visual, auditiva, poética, tocante, viva. Além de citarem a atualidade dos conteúdos sobre solidão, cotidiano e cultura regional.
No privilegiado espaço da Oficina Geppetto, o encontro entre platéia e cena cria uma dimensão íntima e de proximidade. Além do teatro, o cheirinho bom de pizzas crocantes feitas no forno à lenha completou o programa do sábado à noite.
Todos os cliques foram da "fotógrafa oficial Pó" Layza Vasconcelos.
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Pó, peça com a Cia. Trapaça, é a jornada de Ana, uma mulher ligada à terra, que realiza um ritual de atividades do cotidiano, mas deixa escapar restos de desejos, frustrações e fantasias. Delicada trama sobre a sutileza da vida diária. Interpretação e roteiro Rosi Martins, direção Éber Inácio, trilha sonora original Estércio Marquez Cunha, sonoplastia e iluminação Israel Neto.
Estréia.
Pó deixou a solidão da sala de ensaio e abriu as portas para o público. Entrem na casa! (como diz o Éber). É o fim de um período, de um ciclo e início de outro, começo de um novo caminho, de outra jornada. Como um “animal vivo”, a apresentação vai expandir, retrair, ajustar, florir.
Os olhos, os sentidos e a mente das pessoas presentes serão guias, vão ajudar a indicar o percurso. O que as pessoas falam, os silêncios. A peça tem pele sensível capaz de reagir ao toque dos olhos que observam, escuta a pulsação.
Já começou a transformação, o público entrou na casa pela primeira vez. Houve passagem, cruzamento de limite, com generosidade.
Obrigada a todos que estiveram lá, presentes ou em pensamento, no primeiro dia do resto da vida do Pó!!!

Atuação e dramaturgia – Rosi Martins
Direção – Éber Inácio
Composição trilha sonora – Estércio Marquez Cunha
Iluminação e sonoplastia – Israel Neto
Cenografia e figurino – Cia. Trapaça
Projeto Gráfico – Engenho - suporte em comunicação
Fotos - Layza Vasconcelos – Oficina de Photos
Gravação da trilha sonora – Estúdio Pandarus
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A peça entrelaça fragmentos da vida e do cotidiano de uma mulher. Poderia ser uma mulher do cerrado ou de qualquer outro lugar, porque suas inquietações são pertencentes à raça humana. Ela habita um espaço que vai sendo percebido na medida de cada momento cênico. Ela traz a tona lembranças, estilhaços, cacos quebrados. Suas escavações remexem fatos vividos, violência, encantos fugazes, solidão, doçuras, o absurdo contido na sucessão dos dias, no trabalho.
A nossa busca sempre foi por um espaço sem pretensões de teatro formal, que fosse rústico, com uma arquitetura que dialogasse com as idéias não lineares da peça. Escolhemos a Oficina Geppetto, que além de guardar uma relação afetiva, já que sempre estivemos lá de alguma forma, tem um local que proporciona o que gostaríamos de experimentar.
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Com um figurino variado, detalhista e colorido, Rosi Martins surpreende a platéia a cada momento. Os adereços acompanham o desenrolar e o ritmo do que é falado no palco.

A água, rios e oceanos se associam ao mistério e ao princípio feminino. A água ocupa lugar central em muitos mitos de criação. O mar representa o inconsciente e o infinito, o oceano cósmico em que toda vida surgiu e em que deverá se dissolver.
“Memória da Água” está povoado de contos de criação e de origem dos meios fluídos. Os mananciais como meio de sobrevivência além de fonte e arsenal geradores de cultura e simbologia, que é também elemento vital.
Foto: Wolney Fernandes
Apresentação Dia 22/09 (sábado) - 16 horas
Museu Antropológico – UFG – Praça Universitária
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A Rainha do Mundo e a Serpente do Rio traz o aspecto mágico e o universo misterioso, encantado e fabuloso de Santa Dica. O texto é de Walderes Brito e pesquisa de Wolney Fernandes.











