segunda-feira, 28 de setembro de 2009

"O sobrado de mamãe é debaixo d'água"







veja mais em www.sentidossimultaneos.blogspot.com







terça-feira, 22 de setembro de 2009

Nyx, a noite





Sentidos Simultâneos

Um blog de criação coletiva, em que 8 profissionais de áreas variadas transitam em torno de um mesmo tema. A cada semana, elaborações simultâneas (re)velam multiplicidade de sentidos em oito camadas possíveis.

www.sentidossimultaneos.blogspot.com



quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Assim aconteceu em 2008...





Montagem da peça "Pó". Labirinto de migalhas silenciosas.




Mestrado em cultura visual - FAV - UFG. Rosi na trilha de Tereza Bicuda.




Figurino premiado de Rosi Martins no 22º Festival Internacional de Teatro de Blumenau, peça "Balada de um Palhaço".




Peça "Bugiganga" nas escolas municipais. Cia. Trapaça em 38 apresentações do projeto CEDUCA em Goiânia...




...sequência de pequenas narrativas graciosas...




...a desengonçada personagem Florinda Bugiganga...




...escola de alunos com necessidades especiais...




...EJA - Educação de Jovens e Adultos...




..."chefs" da merenda. Lembram da tigelinha azul na hora do lanche?




Mais figurinos
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A seguir, fotos em baixa resolução da peça encenada pela Cia. Trapaça.
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Arabescos e labaredas





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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Verônica




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terça-feira, 4 de novembro de 2008

trabalho...








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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Banho





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terça-feira, 21 de outubro de 2008

Mascarado











quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Masmorra / Menina








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sábado, 11 de outubro de 2008

Fotos "proibidas"























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Trabalhos





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terça-feira, 7 de outubro de 2008

A penitente / Ceição








segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Estréia Pó






A experiência da temporada foi intensa e o público caloroso e receptivo. Entre os comentários recebidos da platéia, se destacam os que descrevem a montagem como visual, auditiva, poética, tocante, viva. Além de citarem a atualidade dos conteúdos sobre solidão, cotidiano e cultura regional.
No privilegiado espaço da Oficina Geppetto, o encontro entre platéia e cena cria uma dimensão íntima e de proximidade. Além do teatro, o cheirinho bom de pizzas crocantes feitas no forno à lenha completou o programa do sábado à noite.

Todos os cliques foram da "fotógrafa oficial Pó" Layza Vasconcelos.

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quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Objetos...



Sobre os objetos

Na montagem, a encenação e a trilha sonora, criam um universo cotidiano e abstrato, sagrado e profano, aliados a uma iconografia mágica e cerimonial dos objetos de cena.



Na cenografia, é possível perceber cores de terra e encardidos. Os objetos são bens corroídos pelo tempo, desgastados, mas carregados de sentido para conduzir o trecho de vida desta mulher. O palco é preenchido por uma lona e adereços escolhidos para atuarem junto com a atriz nesta odisséia intimista.



Há uma caveira de boi no cenário. Ela foi influenciada pelo fato de ser comum encontrar no mundo rural, fincada numa estaca, uma caveira de boi, acreditam que a relíquia defende contra pragas, intempéries e mau agouro. A tradição remonta às origens do culto do touro, entre gregos e romanos, que chegou a Portugal e sofreu influência cristã. É também de origem africana. É a noção de sacrifício do animal como oferenda para benefícios. Há também uma cruz ingênua, naif. É um costume antigo firmar uma cruz nos pontos das estradas em que ocorreu algum fato misterioso. Os transeuntes fazem genuflexão, um beijo, uma reza.


terça-feira, 9 de setembro de 2008

Pó é a jornada de Ana, uma mulher que organiza uma trilha de atividades do ritual cotidiano, mas deixa escapar pelas frestas, restos de desejos, frustrações veladas, migalhas silenciosas de fantasias. Ela percorre um itinerário, um fio esgarçado de dias subseqüentes, num acúmulo de sobrevivência. Cria labirintos formados por pequenos movimentos com os objetos de cena que são fragmentos do mundo e interlocutores da personagem. Delicadas tramas de significados singelos. Leveza, louvor, lirismo e zelo da vida diária.
Quem assina a concepção da dramaturgia e atua é Rosi Martins, que também fez os figurinos e o cenário, foi uma das integrantes do Teatro Camaleão, trabalha com criações teatrais desde 1989 e atualmente se dedica a Cia. Trapaça e faz mestrado em Cultura Visual na UFG. A direção é de Éber Inácio, diretor carioca que veio participar da montagem a convite da Cia. Trapaça. Éber é ator, diretor, dramaturgo e participa do elenco da Ong “Doutores da Alegria do Rio de Janeiro”. A trilha sonora inédita da peça, composta para flauta, clarineta, violoncelo, pedras e fava de flamboyant, é de Estércio Marquez Cunha, maestro e compositor contemporâneo. Iluminação e sonoplastia de Israel Neto.

Sobre uma dramaturgia escavada na memória

Os inícios de Pó foi um álbum de pedaços. Na encruzilhada da criadora e criatura, tomou forma a odisséia de uma mulher comum. Pensei em minhas bisavós, avós. Fundi o autobiográfico ao cotidiano. Delineou a escritura corporal e cultural de Ana, uma mulher do cerrado, que pode ser de qualquer lugar ou tempo. Apareceu um rascunho de condição humana, acima da questão feminina. Nos alicerces, surgiu o jardim secreto da personagem, um pequeno bosque de objetos. O texto entrou por último, formando manchas, borrões, ilhas. Pó é uma sinfonia composta de cacos, um quebra-cabeça com peças que pode ser abordado por vários lados.

A peça é resultado de uma dramaturgia atorial (de ator). Partiu de uma vontade de dar resposta a um tipo de roteiro que atendesse a necessidade dessa montagem. Essa é uma possibilidade de concepção cênica com ritmos, tempos, imagens, gestos que aproxima a relação do ator com a poética teatral.
O teatro contemporâneo tem buscado a dramaturgia autoreferencial - quando o ator emprega a própria vida e lembranças como material e a pessoa como personagem. Essa é uma maneira de pensar a escrita mais próxima da encenação. Em Pó, a personagem e a artista atuante, residem juntas, convivem num mesmo território de realidade e ficção.

A montagem foi apoiada pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Goiânia.
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Pó dia 13 de setembro, sábado






“Pó” com a Cia. Trapaça
13 de setembro, sábado

Oficina Cultural Geppetto
Rua 1013 nº467 Setor Pedro Ludovico

R$ 20,00 Inclui pizzas, refrigerantes e sucos
Serviço inicia às 20 horas, apresentação 21:30

Informações: 3255-8547/ 9646-1474
ciatrapaca@yahoo.com.br

Indicação etária: 12 anos

Mapa aqui:

http://maps.google.com.br/maps/ms?f=q&hl=pt-BR&geocode=&num=10&ie=UTF8&msa=0&msid=108667109243176210916.00045662577f0a14114cc&ll=-16.705465,-49.247203&spn=0.009146,0.013647&z=16&lci=lmc:panoramio
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domingo, 31 de agosto de 2008

Eu gosto é de comer!...


Eu gosto é de comer!...

Essa é uma fala da personagem Ceição, da peça Pó.

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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

“E a vida vai...”

Trapaceamos, Engenhamos, Geppetteamos, Esterciamos, Eberinamos, Layzeamos... caminhemos.

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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Travessia

Pó, peça com a Cia. Trapaça, é a jornada de Ana, uma mulher ligada à terra, que realiza um ritual de atividades do cotidiano, mas deixa escapar restos de desejos, frustrações e fantasias. Delicada trama sobre a sutileza da vida diária. Interpretação e roteiro Rosi Martins, direção Éber Inácio, trilha sonora original Estércio Marquez Cunha, sonoplastia e iluminação Israel Neto.
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quinta-feira, 7 de agosto de 2008

"Arquiteturas dramáticas"























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quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Cores: marrom, argila, cinza...




















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terça-feira, 5 de agosto de 2008

Mais Pó...


































segunda-feira, 4 de agosto de 2008

As portas estão abertas


Estréia.
Pó deixou a solidão da sala de ensaio e abriu as portas para o público. Entrem na casa! (como diz o Éber). É o fim de um período, de um ciclo e início de outro, começo de um novo caminho, de outra jornada. Como um “animal vivo”, a apresentação vai expandir, retrair, ajustar, florir.
Os olhos, os sentidos e a mente das pessoas presentes serão guias, vão ajudar a indicar o percurso. O que as pessoas falam, os silêncios. A peça tem pele sensível capaz de reagir ao toque dos olhos que observam, escuta a pulsação.
Já começou a transformação, o público entrou na casa pela primeira vez. Houve passagem, cruzamento de limite, com generosidade.
Obrigada a todos que estiveram lá, presentes ou em pensamento, no primeiro dia do resto da vida do Pó!!!


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Cenas


























Atuação e dramaturgia – Rosi Martins
Direção – Éber Inácio
Composição trilha sonora – Estércio Marquez Cunha
Iluminação e sonoplastia – Israel Neto
Cenografia e figurino – Cia. Trapaça
Projeto Gráfico – Engenho - suporte em comunicação
Fotos - Layza Vasconcelos – Oficina de Photos
Gravação da trilha sonora – Estúdio Pandarus
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quarta-feira, 30 de julho de 2008

Terceiro sinal

indicação etária 12 anos
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Horas intermináveis...

"O tempo não pára..."
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Resultado do contorcionismo da fotógrafa

























"...antes de existir luz elétrica..."
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terça-feira, 29 de julho de 2008

Poses de uma fotógrafa


Layza, sacrifícios por uma foto.
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domingo, 27 de julho de 2008

Segundo sinal

02 a 23 de agosto - todos os sábados

Oficina Cultural Geppetto

Rua 1013 nº467 Setor Pedro Ludovico

R$ 20,00 Inclui pizzas, refrigerantes e sucos

Serviço 20 horas Apresentação 21 horas

Informações: 3255-8547/ 9646-1474

ciatrapaca@yahoo.com.br

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sábado, 26 de julho de 2008

Trapaça em atividades

Derrubando a quarta parede








Instalando equipamento de "última geração"












sexta-feira, 25 de julho de 2008

Momento coluna social

Presentes nessa sexta durante preparação de cenário, na Oficina Geppetto, o galhofeiro Marcos Lotufo e o fotógrafo Bernd Marold em tarde de trabalho e balbúrdia. Caros amigos.




quinta-feira, 24 de julho de 2008

Cartaz


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domingo, 20 de julho de 2008

Filipeta

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sábado, 19 de julho de 2008

Primeiro sinal

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sexta-feira, 18 de julho de 2008

Dançar com as fadas, com lirismo e uma dose de loucura

Pó terra, pisar
Pó ampulheta, escorrer
Pó guardado, lembrar
Pó borboleta, soprar
Pó farinha, amassar
Pó pólen, florir
Pó de arroz, enfeitar
Pó pra nascer e retornar



terça-feira, 8 de julho de 2008

Território de ensaio


"Alongar o milimétrico
Expandir o contido
Evaporar o condensado"

Susana Yamauchi




sábado, 14 de junho de 2008

Figurinos de desejos e de tecidos


Na maioria das montagens anteriores da Cia. Trapaça, o figurino tinha uma explosão de cores. Em Pó, a idéia é ser lavado, descorado, desbotado, sujo, amarelado. Minha criação é intimamente ligada ao figurino, ele funciona como uma segunda pele... Figurinos, pra mim, tem cheiro, textura, remetem a memórias, guardados, arcas e arcaísmos, mitologia pessoal, fatos que “tijolaram” minha vida. Minha atração por figurinos começou com minha mãe que era costureira, e ela era filha de uma tecedeira. Eu ficava deitada debaixo da mesa e da máquina de costura pegando os retalhos que sobravam. Juntava esses pedaços com trapos de pensamentos de menina e tecia invencionices, falava sozinha, cantarolava, vendo o pé que se movia no vai-e-vem da máquina que desenrolava significados intermináveis.
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quarta-feira, 11 de junho de 2008

Mulher do cerrado


A peça entrelaça fragmentos da vida e do cotidiano de uma mulher. Poderia ser uma mulher do cerrado ou de qualquer outro lugar, porque suas inquietações são pertencentes à raça humana. Ela habita um espaço que vai sendo percebido na medida de cada momento cênico. Ela traz a tona lembranças, estilhaços, cacos quebrados. Suas escavações remexem fatos vividos, violência, encantos fugazes, solidão, doçuras, o absurdo contido na sucessão dos dias, no trabalho.



domingo, 8 de junho de 2008

Microcosmo de sutilezas


A proposta da montagem é presenciar um trecho da vida dessa personagem que se desdobra num microcosmo de delicadezas, sutilezas e pequenos gestos.


sexta-feira, 6 de junho de 2008

Espaço


A nossa busca sempre foi por um espaço sem pretensões de teatro formal, que fosse rústico, com uma arquitetura que dialogasse com as idéias não lineares da peça. Escolhemos a Oficina Geppetto, que além de guardar uma relação afetiva, já que sempre estivemos lá de alguma forma, tem um local que proporciona o que gostaríamos de experimentar.



quarta-feira, 4 de junho de 2008

“Estamos em obras”


A linha da criatura (personagem) e a linha da criadora (atuante, solista) se encontram e se cruzam. Como fazer isso em cena? Não sei, nos perguntamos sempre isto também, estamos descobrindo, tateando, exercitando.



terça-feira, 3 de junho de 2008

Artesão de imagens

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Wolney Fernandes flutua , levita entre artista gráfico, plástico e pesquisador da cultura visual. Ele participa da peça "Pó" através de sua invenção de mundos habitados por riscos, pingos de cor, traços, garatujas, volteios.
Nós da Cia. Trapaça, queremos desses artistas e amigos queridos, não apenas devorar seus cérebros através de suas técnicas e destrezas profissionais, ansiamos por saborear no centro da mesa do banquete, seus corações salpicados com suas almas.
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domingo, 1 de junho de 2008

O "faz-tudo"


Israel vestindo uma de suas inseparáveis camisetas.
Consegue ser técnico, motorista, faxineiro, divulgador, montador, camareiro, produtor, bilheteiro... ufa!... e ainda com esse sorriso?!...



sexta-feira, 30 de maio de 2008

Acalantos para o Pó


Estércio Marquez é compositor e regente, faz uma música que surpreende e/ou desconcerta.
Para ele a materialidade da música - som, ritmo - está em qualquer vibração percebida pelo ouvido e em todo movimento. Em seu disco Lento Acalanto podemos ouvir piano, cravo, flauta ou pedras.
Além das sonoridades, os títulos também são sugestivos: Cantiga Silenciosa, Canto Úmido.
Pra nós da Cia Trapaça é uma alegria tê-lo participando da trilha sonora.







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quinta-feira, 29 de maio de 2008

Guia de viagem


Éber Inácio é ator, diretor, dramaturgo...
Veio das maresias do Rio de Janeiro até o Brasil Central, convidado pela Cia. Trapaça para trabalhar na montagem "Pó".

Norte, sul, leste, oeste, pra onde vamos?



quarta-feira, 28 de maio de 2008

Ensaio Pó


"Certo que eu engenhava coisas, inventava convivências com cigarras, descia na casa das formigas..."

Começa aqui o labirinto. Estrada a ser percorrida. Gavetas a serem abertas. Odisséia com acontecimentos da jornada. Tentativa de desenhar mapa. Percurso da procura. Destrancar memórias.





segunda-feira, 17 de março de 2008


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Siga a trilha do processo de criação da nova montagem da Cia. Trapaça.

"Pó"




segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

A Lamparina e o Silêncio


Desfio
No frio
Um fio
De luz
Um fio
De vida
Um fio
De voz
Na boca
Da noite

Francisco Marques (Chico dos Bonecos)

Foto: Bernd Marold
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Teatro de Bordar Alegria


Trapaça é tecer com as contas da memória, cenas, rodopios, giros.
Pegar panos tão novinhos e fazê-los esfarrapados.
Chulear palavras, cerzir frases e deixar as pontas voando ao vento.

Foto: Bernd Marold
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Contos que o Vento Sopra


Redemoinho de Contos

Foto: Layza Vasconcelos
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terça-feira, 30 de outubro de 2007

Dica, a milagreira

Com um figurino variado, detalhista e colorido, Rosi Martins surpreende a platéia a cada momento. Os adereços acompanham o desenrolar e o ritmo do que é falado no palco.
Como uma colecionadora, ela expõe em cena os frutos de uma garimpagem em forma de contos, ora cômicos, ora poéticos ou inusitados. Nessa guirlanda de cenas, o público de todas as idades pode mergulhar no labirinto da memória e sair revigorado ou até emocionado.


Todas as sextas até 30 de novembro
Zabriskie Teatro



quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Redemoinho de Contos


Sabe qual é o único lugar onde você encontrará:

A República dos Anjos...
As violetas de Ofélia...
O pé do diabo...
Uma vaca que fala...
O amor de uma sereia?

Só na peça Redemoinho de Contos
com a Cia. Trapaça...
... um armazém de secos, molhados, curiosidades e absurdos

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Subterrâneo





domingo, 16 de setembro de 2007

Imagens que a Água Canta

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Memória da Água
Mitos aquáticos em tempos de aquecimento global

A água, rios e oceanos se associam ao mistério e ao princípio feminino. A água ocupa lugar central em muitos mitos de criação. O mar representa o inconsciente e o infinito, o oceano cósmico em que toda vida surgiu e em que deverá se dissolver.
“Memória da Água” está povoado de contos de criação e de origem dos meios fluídos. Os mananciais como meio de sobrevivência além de fonte e arsenal geradores de cultura e simbologia, que é também elemento vital.


Foto: Wolney Fernandes

Apresentação Dia 22/09 (sábado) - 16 horas

Museu Antropológico – UFG – Praça Universitária
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domingo, 19 de agosto de 2007

E o vídeo SUBTERRÂNEO...

Filmado no porão da Geppetto, um dia estará aqui.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Exposição de Bonecos

Nau de Encantaria
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quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Nau de Encantaria

Exposição de Bonecos
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quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Exposição de Figurinos

Deu um Vento no Varal
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terça-feira, 14 de agosto de 2007

Deu um Vento no Varal

Exposição de Figurinos
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segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Trapaça não é só palco...

Deu um Vento no Varal
Exposição de Figurinos
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sexta-feira, 27 de julho de 2007

No início da Trapaça...


Café com teatro...

No Domingo BemDito na Oficina Cultural Geppetto,
delicioso café da manhã ensolarado com a
Família Lotufo, faltando Edith, David, Layza (que estava clicando) e Ian.

domingo, 22 de julho de 2007

Antes da Trapaça...


Martina trama o que fazer...
Foto: Rosa Berardo

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Monga, a Mulher Gorila


Gracejos na III Galhofada - 2006
Foto: Bernd Marold

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Rainha do Mundo



A Rainha do Mundo e a Serpente do Rio traz o aspecto mágico e o universo misterioso, encantado e fabuloso de Santa Dica. O texto é de Walderes Brito e pesquisa de Wolney Fernandes.
O elemento água norteou o figurino através do fluído e do vaporoso.

Benedita Cipriano Gomes, chamada de Santa Dica, nasceu na Fazenda Mozondó, numa família de lavradores, no município de Pirenópolis-GO, onde hoje se localiza a cidade de Lagolândia.
Tornou-se figura mística, milagreira e carismática para os moradores. Dica deu nome para a região de República dos Anjos, e a multidão aumentou de ano para ano ao redor da Santa. Esse fato preocupou o governo do Estado, que acabou por mandar a Força Pública para dissolver a concentração de fanáticos, tudo feito à bala. Porém, conservou a veneração de inúmeros moradores da região do Rio do Peixe, para os quais continuou sendo Santa Dica, a predestinada.


Fotos: Layza Vasconcelos, Wolney Fernandes.

terça-feira, 22 de maio de 2007

Arte no Escuro






















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Uma jornada ao obscuro
Ao fundo do poço
Sombras maiores que a luz
Um salto na escuridão

Do que somos capazes, quando estamos no limiar do abismo?

Durante 8 minutos, numa sala de 16 metros quadrados, o público mergulha no submundo de Marie Farrar. Lá dentro, uma pessoa, uma situação limite, uma infanticida.

Quando a moral pode ser deixada de lado? No momento do crime? Nos motivos e razões?

Uma personagem que poderia ser eu, você.

Os senhores, que vão assistir, não fiquem indignados,
Pois todos nós precisamos de ajuda.


Ficha técnica

Inspirado no poema “A Infanticida Marie Farrar”,

de Bertolt Brecht.
Concepção, atuação: Rosi Martins

Efeitos sonoros, iluminação e fotos: Israel Neto

SUBTERRÂNEO na XI Arte no Escuro

Dia 2 de Junho, sábado, a partir das 23:00 h.
Horda Goth vídeo-bar
Rua 59-A, 460, St. Aeroporto
Fone: (62) 3225 4037
Entrada Franca
Mapa do local:
www.hordagoth.cjb.net

domingo, 20 de maio de 2007

Girassóis de Van Gogh



Cenas da peça Bugiganga

Fotos: Layza Vasconcelos

Florinda e a Mala





A desengonçada personagem Florinda Bugiganga com alguns de seus cacarecos.

Fotos: Israel Neto

Bugiganga


Bugiganga é um espetáculo em que a personagem Florinda Bugiganga apresenta cenas e historietas. Com objetos, adereços e alguns bonecos no palco, ela cria através de gestual e comicidade uma seqüência de pequenas narrativas graciosas.
A peça une entretenimento e diálogo com a literatura infantil. O roteiro é baseado em adaptações de clássicos. Bugiganga desenvolve em cena dispositivos simples e inventivos, o que resulta numa montagem doce e poética.

O Jardim - O Mosquito - O Rouxinol - João e o Pé de Feijão - Coisas Pra Usar na Cabeça - O Dragão - A da Princesa - Marina e Mariana - Os Girassóis - A Medusa

Ficha técnica

Criação, roteiro, figurinos e interpretação: Rosi Martins
Efeitos sonoros , iluminação: Israel Neto
Foto: Layza Vasconcelos
Projeto Gráfico: Engenho - suporte em comunicação


domingo, 13 de maio de 2007

Redemoinho de Contos








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Redemoinho de Contos é baseado na oralidade do Brasil e versão de clássicos.
É uma montagem com sofisticação e delicadeza.
A Cia Trapaça cria uma apresentação que une teatro e diálogo com a cultura brasileira.
Valoriza a beleza das palavras, dos sons, dos ritmos, da “música falada”.
O figurino é visto como uma vestimenta cerimonial, um signo que multiplica os poderes expressivos da atriz.

Seis passagens. Seis maneiras de ver o mundo.
A Rainha do Mundo e a Serpente do Rio, Hamlet, A Moça que Dançou com o Diabo, Maria Borralheira, O Marido da Sereia e O Milagre da Onça

Ficha Técnica

Criação, roteiro, figurinos e interpretação: Rosi Martins
Efeitos sonoros: Israel Neto
Fotos: Layza Vasconcelos
Projeto Gráfico: Marcos Lotufo




terça-feira, 8 de maio de 2007

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Chegou a vez da saideira!!!
Última apresentação da
Esplendorosa...
Fantástica...
Mirabolante...
Temporada da Cia. Trapaça.

Encontramos e reencontramos amigos,
colegas artistas, público fiel, público novo.
Obrigada a todos pela presença, carinho,
palavras calorosas e doces de incentivo e apoio.

Só falta você para abrir...

A Caixa de Téspis

sexta-feira, 11 de maio
21 horas
Zabriskie Teatro
Rua 148, 248 Setor Marista
R$ 14,00 inteira
R$ 7,00 meia
R$ 10,00 promoção com filipeta
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Aguardem...
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segunda-feira, 23 de abril de 2007

Passeio no labirinto


A Caixa de Téspis traz personagens que transitam entre os temas amor, liberdade e inteligência, com força poética e bom humor.

Na peça está presente, desde o amor que o povo grego tinha por Dionísio, deus do vinho, da paixão, da vida e que através das homenagens a esse deus surgiu o teatro na Grécia, até o amor fatal, dramático e cheio de peripécias de Romeu e Julieta.
Continua o sentimento através da dedicação e trabalho de um artista ambulante que andava de praça em praça para levar sua arte. Está na paixão que a ardilosa Sherazade consegue despertar em seu tirano.

O espetáculo aborda também a ânsia de liberdade que sempre acompanhou o ser humano. Ícaro recolhe penas de pássaros na praia para que o pai faça asas para escaparem de uma ilha, onde eram prisioneiros. Ismália se põe a sonhar numa torre com desejos de subir ao céu. Um trabalhador decide escapar da pobreza e da fome através de um pacto.

A comicidade faz parte da montagem através de um Lobo Mau requintado, que num clima de jazz revela sua versão sobre a morte de alguns vizinhos que eram porcos. Engraçada também é Gretel, uma criada comilona que gosta de intrigas e que consegue sair de uma situação embaraçosa através de sua esperteza.

A Caixa de Téspis apresenta estes seres de ficção, que fazem parte do celeiro imaginário. Personagens que servem de guia para o público poder deslocar da realidade e fazer passeios por caminhos da memória coletiva e individual.

segunda-feira, 9 de abril de 2007

A Caixa de Téspis




A Caixa de Téspis é o espetáculo que a Cia. Trapaça estréia na nova temporada nesta sexta-feira, dia 13 de abril, no Zabriskie Teatro. Espetáculo composto de cenas, mitos e contos, que busca transformar textos literários e oralidade em linguagem dramatúrgica. Esta peça é, sobretudo, uma homenagem poética aos contos de fadas, sua cultura e seus personagens.

A Caixa de Téspis narra fatos imaginários. Propõe repensar a realidade a partir da ficção. Esquecer aspectos de racionalidade e objetividade. O teatro é capaz de criar o maravilhoso e o onírico a partir da presença de um ser humano no espaço destinado a representação e os contos evocam em nós memórias e cenas que nos incitam a recriar imagens escondidas em nossa caixa do inconsciente.

Caixa de Téspis propõe: o lirismo, o mito, a tragédia, o picaresco. Algumas pessoas verão outras coisas no espetáculo. Ele está à espera do público para todos verem o que desejarem.

Ficha Técnica

Concepção, atuação, figurinos - Rosi Martins
Efeitos sonoros e iluminação - Israel Neto
Fotos - Layza Vasconcelos
Projeto Gráfico - Engenho - suporte em comunicação
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Sexta-feira
21 horas
Temporada até 11 de maio toda sexta-feira
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ZABRISKIE TEATRO
Rua 148 n 248 Setor Marista
Fone: 3093-5542
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R$ 14,00 (quatorze reais) inteira
R$ 7,00 (sete reais) meia entrada
R$ 10,00 (dez reais) promoção com apresentação da filipeta

SUBTERRÂNEO





Subterrâneo – a cena

Em Subterrâneo a Cia. Trapaça buscou inspiração no poema “A Infanticida Marie Farrar”, de Bertolt Brecht. A cena é matizada pela sensação do escondido e do abafado e se faz colorida ou desbotada pelo isolamento e a solidão. O poema é sobre uma menina trabalhadora braçal, raquítica, menor de idade que é levada a julgamento por provocar a morte do filho. A apresentação acontecerá num porão, na Oficina Cultural Geppetto.

Escavadores – o público

No porão, o espectador será participante não somente em sua esfera racional, mas em sua afetividade. Irá vivenciar a ação integrado ao ambiente cênico. A cena se completa através da proximidade direta e criativa entre ator e público.

Os subterrâneos do ser humano são maiores que a superfície. Cabe ao teatro avançar sobre o cotidiano e propor o que não sabemos exprimir: figuras escondidas nas nossas reminiscências. Cabe ao teatro falar do amor, do instinto, da sociedade, libertar através de sua arte o universo individual do espectador.

Ficha Técnica

Concepção, atuação – Rosi Martins
Efeitos sonoros, iluminação e fotos– Israel Neto
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Dia 14 de abril de 2007 (sábado)
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Na Oficina Cultural Geppetto
Rua 1013 Qd.39 Lt.11 N° 467
Setor Pedro Ludovico
Telefone: 3241 8447



sexta-feira, 6 de abril de 2007

Cia. de Teatro Trapaça

Trapaça na concepção desta Cia quer dizer coisa criativa, transformadora, invenção hábil e ardilosa.
A Cia. Trapaça iniciou suas atividades em 2000. Trabalha em seus espetáculos elementos teatrais que misturam investigação da narrativa com dramaturgia.
A Trapaça tem estilo cuidadoso e detalhista de se apresentar. Algumas influências para a criação “trapaceira” são a presença das raízes culturais brasileiras, as famílias dos cômicos (clow, dell’arte, bufões, comédia muda), historicidade do teatro (medieval, máscaras, alegorias), artes plásticas, a estética Kitsch e arte Naif.