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segunda-feira, 28 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Nyx, a noite
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Assim aconteceu em 2008...


Figurino premiado de Rosi Martins no 22º Festival Internacional de Teatro de Blumenau, peça "Balada de um Palhaço"..
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
terça-feira, 4 de novembro de 2008
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
sábado, 11 de outubro de 2008
terça-feira, 7 de outubro de 2008
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Estréia Pó





A experiência da temporada foi intensa e o público caloroso e receptivo. Entre os comentários recebidos da platéia, se destacam os que descrevem a montagem como visual, auditiva, poética, tocante, viva. Além de citarem a atualidade dos conteúdos sobre solidão, cotidiano e cultura regional.
No privilegiado espaço da Oficina Geppetto, o encontro entre platéia e cena cria uma dimensão íntima e de proximidade. Além do teatro, o cheirinho bom de pizzas crocantes feitas no forno à lenha completou o programa do sábado à noite.
Todos os cliques foram da "fotógrafa oficial Pó" Layza Vasconcelos.
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quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Objetos...

Sobre os objetos
Na montagem, a encenação e a trilha sonora, criam um universo cotidiano e abstrato, sagrado e profano, aliados a uma iconografia mágica e cerimonial dos objetos de cena.

Na cenografia, é possível perceber cores de terra e encardidos. Os objetos são bens corroídos pelo tempo, desgastados, mas carregados de sentido para conduzir o trecho de vida desta mulher. O palco é preenchido por uma lona e adereços escolhidos para atuarem junto com a atriz nesta odisséia intimista.

Há uma caveira de boi no cenário. Ela foi influenciada pelo fato de ser comum encontrar no mundo rural, fincada numa estaca, uma caveira de boi, acreditam que a relíquia defende contra pragas, intempéries e mau agouro. A tradição remonta às origens do culto do touro, entre gregos e romanos, que chegou a Portugal e sofreu influência cristã. É também de origem africana. É a noção de sacrifício do animal como oferenda para benefícios. Há também uma cruz ingênua, naif. É um costume antigo firmar uma cruz nos pontos das estradas em que ocorreu algum fato misterioso. Os transeuntes fazem genuflexão, um beijo, uma reza.

terça-feira, 9 de setembro de 2008
Pó
Quem assina a concepção da dramaturgia e atua é Rosi Martins, que também fez os figurinos e o cenário, foi uma das integrantes do Teatro Camaleão, trabalha com criações teatrais desde 1989 e atualmente se dedica a Cia. Trapaça e faz mestrado em Cultura Visual na UFG. A direção é de Éber Inácio, diretor carioca que veio participar da montagem a convite da Cia. Trapaça. Éber é ator, diretor, dramaturgo e participa do elenco da Ong “Doutores da Alegria do Rio de Janeiro”. A trilha sonora inédita da peça, composta para flauta, clarineta, violoncelo, pedras e fava de flamboyant, é de Estércio Marquez Cunha, maestro e compositor contemporâneo. Iluminação e sonoplastia de Israel Neto.
Sobre uma dramaturgia escavada na memória
Os inícios de Pó foi um álbum de pedaços. Na encruzilhada da criadora e criatura, tomou forma a odisséia de uma mulher comum. Pensei em minhas bisavós, avós. Fundi o autobiográfico ao cotidiano. Delineou a escritura corporal e cultural de Ana, uma mulher do cerrado, que pode ser de qualquer lugar ou tempo. Apareceu um rascunho de condição humana, acima da questão feminina. Nos alicerces, surgiu o jardim secreto da personagem, um pequeno bosque de objetos. O texto entrou por último, formando manchas, borrões, ilhas. Pó é uma sinfonia composta de cacos, um quebra-cabeça com peças que pode ser abordado por vários lados.
A peça é resultado de uma dramaturgia atorial (de ator). Partiu de uma vontade de dar resposta a um tipo de roteiro que atendesse a necessidade dessa montagem. Essa é uma possibilidade de concepção cênica com ritmos, tempos, imagens, gestos que aproxima a relação do ator com a poética teatral.
O teatro contemporâneo tem buscado a dramaturgia autoreferencial - quando o ator emprega a própria vida e lembranças como material e a pessoa como personagem. Essa é uma maneira de pensar a escrita mais próxima da encenação. Em Pó, a personagem e a artista atuante, residem juntas, convivem num mesmo território de realidade e ficção.
A montagem foi apoiada pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Goiânia.
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Pó dia 13 de setembro, sábado





“Pó” com a Cia. Trapaça
13 de setembro, sábado
Oficina Cultural Geppetto
Rua 1013 nº467 Setor Pedro Ludovico
R$ 20,00 Inclui pizzas, refrigerantes e sucos
Serviço inicia às 20 horas, apresentação 21:30
Informações: 3255-8547/ 9646-1474
ciatrapaca@yahoo.com.br
Indicação etária: 12 anos
Mapa aqui:
http://maps.google.com.br/maps/ms?f=q&hl=pt-BR&geocode=&num=10&ie=UTF8&msa=0&msid=108667109243176210916.00045662577f0a14114cc&ll=-16.705465,-49.247203&spn=0.009146,0.013647&z=16&lci=lmc:panoramio
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domingo, 31 de agosto de 2008
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Travessia
Pó, peça com a Cia. Trapaça, é a jornada de Ana, uma mulher ligada à terra, que realiza um ritual de atividades do cotidiano, mas deixa escapar restos de desejos, frustrações e fantasias. Delicada trama sobre a sutileza da vida diária. Interpretação e roteiro Rosi Martins, direção Éber Inácio, trilha sonora original Estércio Marquez Cunha, sonoplastia e iluminação Israel Neto..
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quinta-feira, 7 de agosto de 2008
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
terça-feira, 5 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
As portas estão abertas

Estréia.
Pó deixou a solidão da sala de ensaio e abriu as portas para o público. Entrem na casa! (como diz o Éber). É o fim de um período, de um ciclo e início de outro, começo de um novo caminho, de outra jornada. Como um “animal vivo”, a apresentação vai expandir, retrair, ajustar, florir.
Os olhos, os sentidos e a mente das pessoas presentes serão guias, vão ajudar a indicar o percurso. O que as pessoas falam, os silêncios. A peça tem pele sensível capaz de reagir ao toque dos olhos que observam, escuta a pulsação.
Já começou a transformação, o público entrou na casa pela primeira vez. Houve passagem, cruzamento de limite, com generosidade.
Obrigada a todos que estiveram lá, presentes ou em pensamento, no primeiro dia do resto da vida do Pó!!!
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Cenas

Atuação e dramaturgia – Rosi Martins
Direção – Éber Inácio
Composição trilha sonora – Estércio Marquez Cunha
Iluminação e sonoplastia – Israel Neto
Cenografia e figurino – Cia. Trapaça
Projeto Gráfico – Engenho - suporte em comunicação
Fotos - Layza Vasconcelos – Oficina de Photos
Gravação da trilha sonora – Estúdio Pandarus
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quarta-feira, 30 de julho de 2008
terça-feira, 29 de julho de 2008
domingo, 27 de julho de 2008
Segundo sinal
sábado, 26 de julho de 2008
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Momento coluna social
quinta-feira, 24 de julho de 2008
domingo, 20 de julho de 2008
sábado, 19 de julho de 2008
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Dançar com as fadas, com lirismo e uma dose de loucura
terça-feira, 8 de julho de 2008
sábado, 14 de junho de 2008
Figurinos de desejos e de tecidos
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Mulher do cerrado
A peça entrelaça fragmentos da vida e do cotidiano de uma mulher. Poderia ser uma mulher do cerrado ou de qualquer outro lugar, porque suas inquietações são pertencentes à raça humana. Ela habita um espaço que vai sendo percebido na medida de cada momento cênico. Ela traz a tona lembranças, estilhaços, cacos quebrados. Suas escavações remexem fatos vividos, violência, encantos fugazes, solidão, doçuras, o absurdo contido na sucessão dos dias, no trabalho.
domingo, 8 de junho de 2008
Microcosmo de sutilezas
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Espaço
A nossa busca sempre foi por um espaço sem pretensões de teatro formal, que fosse rústico, com uma arquitetura que dialogasse com as idéias não lineares da peça. Escolhemos a Oficina Geppetto, que além de guardar uma relação afetiva, já que sempre estivemos lá de alguma forma, tem um local que proporciona o que gostaríamos de experimentar.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
“Estamos em obras”
terça-feira, 3 de junho de 2008
Artesão de imagens
.Nós da Cia. Trapaça, queremos desses artistas e amigos queridos, não apenas devorar seus cérebros através de suas técnicas e destrezas profissionais, ansiamos por saborear no centro da mesa do banquete, seus corações salpicados com suas almas.
domingo, 1 de junho de 2008
O "faz-tudo"
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Acalantos para o Pó
Para ele a materialidade da música - som, ritmo - está em qualquer vibração percebida pelo ouvido e em todo movimento. Em seu disco Lento Acalanto podemos ouvir piano, cravo, flauta ou pedras.
Além das sonoridades, os títulos também são sugestivos: Cantiga Silenciosa, Canto Úmido.
Pra nós da Cia Trapaça é uma alegria tê-lo participando da trilha sonora.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Guia de viagem
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Ensaio Pó
segunda-feira, 17 de março de 2008
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
A Lamparina e o Silêncio
Teatro de Bordar Alegria
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Dica, a milagreira
Com um figurino variado, detalhista e colorido, Rosi Martins surpreende a platéia a cada momento. Os adereços acompanham o desenrolar e o ritmo do que é falado no palco.Como uma colecionadora, ela expõe em cena os frutos de uma garimpagem em forma de contos, ora cômicos, ora poéticos ou inusitados. Nessa guirlanda de cenas, o público de todas as idades pode mergulhar no labirinto da memória e sair revigorado ou até emocionado.
Todas as sextas até 30 de novembro
Zabriskie Teatro
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Redemoinho de Contos
terça-feira, 25 de setembro de 2007
domingo, 16 de setembro de 2007
Imagens que a Água Canta
Memória da Água
Mitos aquáticos em tempos de aquecimento global

A água, rios e oceanos se associam ao mistério e ao princípio feminino. A água ocupa lugar central em muitos mitos de criação. O mar representa o inconsciente e o infinito, o oceano cósmico em que toda vida surgiu e em que deverá se dissolver.
“Memória da Água” está povoado de contos de criação e de origem dos meios fluídos. Os mananciais como meio de sobrevivência além de fonte e arsenal geradores de cultura e simbologia, que é também elemento vital.
Foto: Wolney Fernandes
Apresentação Dia 22/09 (sábado) - 16 horas
Museu Antropológico – UFG – Praça Universitária
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domingo, 19 de agosto de 2007
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
terça-feira, 14 de agosto de 2007
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
sexta-feira, 27 de julho de 2007
No início da Trapaça...
domingo, 22 de julho de 2007
sexta-feira, 22 de junho de 2007
quinta-feira, 7 de junho de 2007
Rainha do Mundo

A Rainha do Mundo e a Serpente do Rio traz o aspecto mágico e o universo misterioso, encantado e fabuloso de Santa Dica. O texto é de Walderes Brito e pesquisa de Wolney Fernandes.O elemento água norteou o figurino através do fluído e do vaporoso.
Benedita Cipriano Gomes, chamada de Santa Dica, nasceu na Fazenda Mozondó, numa família de lavradores, no município de Pirenópolis-GO, onde hoje se localiza a cidade de Lagolândia.
Tornou-se figura mística, milagreira e carismática para os moradores. Dica deu nome para a região de República dos Anjos, e a multidão aumentou de ano para ano ao redor da Santa. Esse fato preocupou o governo do Estado, que acabou por mandar a Força Pública para dissolver a concentração de fanáticos, tudo feito à bala. Porém, conservou a veneração de inúmeros moradores da região do Rio do Peixe, para os quais continuou sendo Santa Dica, a predestinada.
Fotos: Layza Vasconcelos, Wolney Fernandes.
terça-feira, 22 de maio de 2007
Arte no Escuro

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Uma jornada ao obscuro
Ao fundo do poço
Sombras maiores que a luz
Um salto na escuridão
Do que somos capazes, quando estamos no limiar do abismo?
Durante 8 minutos, numa sala de 16 metros quadrados, o público mergulha no submundo de Marie Farrar. Lá dentro, uma pessoa, uma situação limite, uma infanticida.
Quando a moral pode ser deixada de lado? No momento do crime? Nos motivos e razões?
Uma personagem que poderia ser eu, você.
Os senhores, que vão assistir, não fiquem indignados,
Pois todos nós precisamos de ajuda.
Ficha técnica
Inspirado no poema “A Infanticida Marie Farrar”,
de Bertolt Brecht.
Concepção, atuação: Rosi Martins
Efeitos sonoros, iluminação e fotos: Israel Neto
SUBTERRÂNEO na XI Arte no Escuro
Dia 2 de Junho, sábado, a partir das 23:00 h.
Horda Goth vídeo-bar
Rua 59-A, 460, St. Aeroporto
Fone: (62) 3225 4037
Entrada Franca
Mapa do local:www.hordagoth.cjb.net
domingo, 20 de maio de 2007
Bugiganga

A peça une entretenimento e diálogo com a literatura infantil. O roteiro é baseado em adaptações de clássicos. Bugiganga desenvolve em cena dispositivos simples e inventivos, o que resulta numa montagem doce e poética.
O Jardim - O Mosquito - O Rouxinol - João e o Pé de Feijão - Coisas Pra Usar na Cabeça - O Dragão - A da Princesa - Marina e Mariana - Os Girassóis - A Medusa
Ficha técnica
Criação, roteiro, figurinos e interpretação: Rosi Martins
Efeitos sonoros , iluminação: Israel Neto
Foto: Layza Vasconcelos
domingo, 13 de maio de 2007
Redemoinho de Contos



Seis passagens. Seis maneiras de ver o mundo.
Ficha Técnica
Criação, roteiro, figurinos e interpretação: Rosi Martins
Efeitos sonoros: Israel Neto
Fotos: Layza Vasconcelos
terça-feira, 8 de maio de 2007
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Última apresentação da
Esplendorosa...
Fantástica...
Mirabolante...
Temporada da Cia. Trapaça.
Encontramos e reencontramos amigos,
colegas artistas, público fiel, público novo.
Obrigada a todos pela presença, carinho,
palavras calorosas e doces de incentivo e apoio.
Só falta você para abrir...
A Caixa de Téspis
sexta-feira, 11 de maio
segunda-feira, 23 de abril de 2007
Passeio no labirinto

Na peça está presente, desde o amor que o povo grego tinha por Dionísio, deus do vinho, da paixão, da vida e que através das homenagens a esse deus surgiu o teatro na Grécia, até o amor fatal, dramático e cheio de peripécias de Romeu e Julieta.
Continua o sentimento através da dedicação e trabalho de um artista ambulante que andava de praça em praça para levar sua arte. Está na paixão que a ardilosa Sherazade consegue despertar em seu tirano.
O espetáculo aborda também a ânsia de liberdade que sempre acompanhou o ser humano. Ícaro recolhe penas de pássaros na praia para que o pai faça asas para escaparem de uma ilha, onde eram prisioneiros. Ismália se põe a sonhar numa torre com desejos de subir ao céu. Um trabalhador decide escapar da pobreza e da fome através de um pacto.
A comicidade faz parte da montagem através de um Lobo Mau requintado, que num clima de jazz revela sua versão sobre a morte de alguns vizinhos que eram porcos. Engraçada também é Gretel, uma criada comilona que gosta de intrigas e que consegue sair de uma situação embaraçosa através de sua esperteza.
A Caixa de Téspis apresenta estes seres de ficção, que fazem parte do celeiro imaginário. Personagens que servem de guia para o público poder deslocar da realidade e fazer passeios por caminhos da memória coletiva e individual.
segunda-feira, 9 de abril de 2007
A Caixa de Téspis



A Caixa de Téspis narra fatos imaginários. Propõe repensar a realidade a partir da ficção. Esquecer aspectos de racionalidade e objetividade. O teatro é capaz de criar o maravilhoso e o onírico a partir da presença de um ser humano no espaço destinado a representação e os contos evocam em nós memórias e cenas que nos incitam a recriar imagens escondidas em nossa caixa do inconsciente.
Caixa de Téspis propõe: o lirismo, o mito, a tragédia, o picaresco. Algumas pessoas verão outras coisas no espetáculo. Ele está à espera do público para todos verem o que desejarem.
Ficha Técnica
Concepção, atuação, figurinos - Rosi Martins
Efeitos sonoros e iluminação - Israel Neto
Fotos - Layza Vasconcelos
Temporada até 11 de maio toda sexta-feira.
R$ 7,00 (sete reais) meia entrada
SUBTERRÂNEO



Subterrâneo – a cena
Em Subterrâneo a Cia. Trapaça buscou inspiração no poema “A Infanticida Marie Farrar”, de Bertolt Brecht. A cena é matizada pela sensação do escondido e do abafado e se faz colorida ou desbotada pelo isolamento e a solidão. O poema é sobre uma menina trabalhadora braçal, raquítica, menor de idade que é levada a julgamento por provocar a morte do filho. A apresentação acontecerá num porão, na Oficina Cultural Geppetto.
Escavadores – o público
No porão, o espectador será participante não somente em sua esfera racional, mas em sua afetividade. Irá vivenciar a ação integrado ao ambiente cênico. A cena se completa através da proximidade direta e criativa entre ator e público.
Os subterrâneos do ser humano são maiores que a superfície. Cabe ao teatro avançar sobre o cotidiano e propor o que não sabemos exprimir: figuras escondidas nas nossas reminiscências. Cabe ao teatro falar do amor, do instinto, da sociedade, libertar através de sua arte o universo individual do espectador.
Ficha Técnica
Concepção, atuação – Rosi Martins
Efeitos sonoros, iluminação e fotos– Israel Neto
Rua 1013 Qd.39 Lt.11 N° 467
sexta-feira, 6 de abril de 2007
Cia. de Teatro Trapaça








































































